quarta-feira, 27 de julho de 2011

Independência, maiores problemas!



Para nós ocidentais, é costume que ao se completar dezoito anos, queira sair da casa dos pais. Para algumas culturas da Ásia, os indianos por exemplo, só se deve abandonar a casa dos pais sob hipótese de casamento. Em pleno século XXI, estes costumes ainda prosperam sem nenhuma contestação das gerações posteriores. Mas e aí, qual das duas maneiras estaria correta?
Na verdade, as duas. Se formos analisar as condições com que muitos querem abandonar o convívio diário com os pais, para eles a cultura dos indianos seria mais do que contundente. Muitos dos mauricinhos e patricinhas que se exibem por morarem em apartamentos particulares, porque fazem faculdade ou algum curso que tome parte do dia, justificam a falta de um trabalho pela falta de tempo e assim, acham que não há problema em serem sustentados pelos pais. São os pseudo-independentes. Só existe liberdade na mente de cada um.
Por outro lado, existem aqueles que apostam no casamento como forma de se tornar independente. Pobre coitado. Garotas, a partir do momento em que você tem um marido, vocês deverão dar satisfações de sua vida a ele. Quanto aos rapazes, a partir do momento em que se tem uma mulher, vocês deverão ser responsáveis por ela. Mesmo que muitos falem o contrário, este conjunto de responsabilidades é o passo mais difícil que uma pessoa dá em sua vida. Por isso, deve ser pensado e refletido quantas vezes for necessário.
Ainda tem aqueles que chegam à idade adulta continuando a agir como infantis. Homens e mulheres que estagnaram na vida, talvez por medo dos fracassos ou por medo de apostar no desconhecido. Para estes, eu digo: acoooorda otário(a)! Já passou da hora de crescer e largar a barra da mamãe. Sinto informar, mas a vida será ainda mais difícil pra vocês.
No mais, tornar-se independente é gradativo. Nem adianta querer pular etapas, porque no futuro a vida lhe cobra todas elas.

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