sexta-feira, 29 de julho de 2011

Tipo preferido de ansiedade...





No início eram conversas e mais conversas,
Do tipo sem começo definido, sem hora pra ter fim
Fomos nos conhecendo cada vez mais
Eu, na certeza de que o encantamento transformar-se-ia
Em um novo inebriante sentimento


Fala sério, você não sente o mesmo?
Eu sei que seu coração já foi machucado,
E olha, o meu foi ainda mais!
Mas sempre há um recomeço
Não me permito traumatizar quando o assunto é amor



Meu Deus! Como eu quero te ver logo!
Quero tornar real tudo que tenho sonhado
Esta vontade me deixa doente,
Ansiedade demais me causa dores no estômago
Não aguento tanta expectativa crescendo, crescendo mais


Eu posso me imaginar te abraçando em nossa troca de calor
Estudar ambientes em biologia nunca fora tão interessante
Sabe, o inverno irá até o final de setembro,
E ele está perfeito para uma conversa mais íntima
Daquelas em que o seu rosto fica a um centímetro do meu e...






Até a próxima!

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Independência, maiores problemas!



Para nós ocidentais, é costume que ao se completar dezoito anos, queira sair da casa dos pais. Para algumas culturas da Ásia, os indianos por exemplo, só se deve abandonar a casa dos pais sob hipótese de casamento. Em pleno século XXI, estes costumes ainda prosperam sem nenhuma contestação das gerações posteriores. Mas e aí, qual das duas maneiras estaria correta?
Na verdade, as duas. Se formos analisar as condições com que muitos querem abandonar o convívio diário com os pais, para eles a cultura dos indianos seria mais do que contundente. Muitos dos mauricinhos e patricinhas que se exibem por morarem em apartamentos particulares, porque fazem faculdade ou algum curso que tome parte do dia, justificam a falta de um trabalho pela falta de tempo e assim, acham que não há problema em serem sustentados pelos pais. São os pseudo-independentes. Só existe liberdade na mente de cada um.
Por outro lado, existem aqueles que apostam no casamento como forma de se tornar independente. Pobre coitado. Garotas, a partir do momento em que você tem um marido, vocês deverão dar satisfações de sua vida a ele. Quanto aos rapazes, a partir do momento em que se tem uma mulher, vocês deverão ser responsáveis por ela. Mesmo que muitos falem o contrário, este conjunto de responsabilidades é o passo mais difícil que uma pessoa dá em sua vida. Por isso, deve ser pensado e refletido quantas vezes for necessário.
Ainda tem aqueles que chegam à idade adulta continuando a agir como infantis. Homens e mulheres que estagnaram na vida, talvez por medo dos fracassos ou por medo de apostar no desconhecido. Para estes, eu digo: acoooorda otário(a)! Já passou da hora de crescer e largar a barra da mamãe. Sinto informar, mas a vida será ainda mais difícil pra vocês.
No mais, tornar-se independente é gradativo. Nem adianta querer pular etapas, porque no futuro a vida lhe cobra todas elas.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Alguma coisa sobre o Colírios Capricho 2011



Colírios Capricho 2011. A pergunta é: para que?
Tudo bem que toda garota gosta de apreciar caras bonitos, mas o programa não passa de uma exposição desnecessária. Todos os participantes são ricos, brancos (porque até hoje não vi nenhum negro), não fazem nada de importante na vida a não ser desfilar e pentear os cabelos igual ao Justin Bieber.
Eu fiquei curiosa pra saber do que se tratava ser um colírio, então assisti aos vídeos deles no site da Capricho e à primeira batalha na MTV. Decepção total. Toda aquela preparação deles, teste de talentos e outras coisa mais, pra que? A propósito, os três que já eram oficiais não tinham nenhuma das aptidões que o quarto teve que desenvolver para ganhar o concurso - falar em público, atuar, ou mesmo ser bonito. Sabem de uma, o programa é perfeito pra garota que não aguenta mais o irmão escondendo a maquiagem ou o garoto que não aguenta mais a irmã entregando suas pegações, pra vocês fazerem uma tortura personalizada. Amarrem a vítima amordaçada e a ponha para assistir um episódio da batalha 2011. Duvido que ele tente aprontar com você novamente.

Até a próxima!

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Desabafo para segundas-feiras





Nada mais perfeito para uma segunda,
Céu nublado, luz do sol sem sol
Mas, para mim o frio nunca fora tão atraente
O inverno sempre foi minha estação preferida


No momento, eu estou para pretensões
Ao invés de agir, resumir-me ao desejo ardente
O nublado não queima minha pele,
O frio não me deixa transpirar
Quando fico nervosa ao seu lado


Seu rosto, na luz fraca do dia, fica ainda mais bonito
Seus olhos ainda mais brilhantes,
Seus braços ainda mais quentes,
Seus lábios ainda mais ansiosos.


Nada mais perfeito para uma segunda,
Levantar depois das nove, mantendo os olhos entreabertos
Tateando o chão frio com a planta dos pés quentes
Espreguiçando-se após a melhor das noites de domingo


Claro, tudo isso enquanto eu não trabalho
Se não, o poema seria bem diferente. Rs


Até a próxima!

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Postagem e confessionário



Não sei se é bom ser como sou, não sei se é defeito ou qualidade, só sei que de uma forma ou de outra eu termino o que começo. Com este blog é assim, sinto-me a vontade para mudar quando eu quero. Afinal, meu estilo sou eu quem faz e meus pensamentos sou eu quem os escreve.
Sabem, depois de tanto tempo sem escrever nada alegando estar sem criatividade - lendo pensamentos de Clarice Lispector e ouvindo Álvares de Azevedo - eu decidi usar aqui um dos meus dotes que quase ninguém tem acesso e permitir que outros também façam isso. Hoje, por exemplo, eu estou mais reflexiva que o habitual, mais rocker do que de costume e existem versos que pode expressar isso melhor do que uma simples postagem.
O estilo vai mudar novamente, porém a crítica permanece, só que com um outro foco. Vai ser como um diário público, mas não se preocupem que os direitos autorais são mais que garantidos aqui. Só não vale xingar, hein? Rs.
Até a próxima!